Arquivos para Design Gráfico

Fabio Ongarato Design

Fabio Ongarato Design é um estúdio australiano que produz trabalhos de identidade visual, livros, impressos e outras publicações, além de internet e sinalização de interiores.

O estilo modernista dos trabalhos e o uso preciso da tipografia é a principal característica nos projetos do estúdio, vaje abaixo algumas imagens.

fabioongaratodesign.com.au

Modern Publicity

Conheça a agência londrina «Modern Publicity», criada por Ken Leung, diretor de arte da revista Monocle, de Tyler Brûlé.

Veja algumas imagens do projeto feito para a Monocle, ou clique aqui para acessar o site da agência.

Monocle magazine

Monocle revista

Fonte: Visual Journal

«less is more»

«Less is more», termo que ficou conhecido durante e após o movimento modernista, exaltando o minimalismo, foi pela primeira vez aplicada e relacionada ao design e arquitetura por Ludwig Mies van der Rohe, arquiteto alemão que foi um dos criadores e também o último diretor da Bauhaus.

Mies van der Rohe ficou famoso por ter criado, entre outras coisas, a poltrona Barcelona e também por ter desenhado o pavilhão alemão na Exposição de Barcelona em 1929. Junto com Walter Gropius, Le Corbusier e Marcel Breuer, foi considerado um dos percursores da arquitetura modernista.

Produziu mobiliários somente entre os anos 1927 e 1932, porém colocou em prática os conceitos da Bauhaus e produziu peças que são referências até hoje. Vale prestar atenção aos detalhes de seus projetos, como a curvatura do aço na estrutura da poltrona Barcelona ou da cadeira MR245.

Para conhecer mais, leia também o texto do Deutsche Welle, intitulado «Mies van der Rohe: o solitário caçador da verdade». O site tipógrafos.net, também traz um ótimo texto sobre o arquiteto.

Mies van der Rohe

esboço Mies van de Rohe

cadeira barcelona

Reid Miles - capas em movimento

Capas de álbuns de jazz em movimento… o design de Reid Milles.

Via: Fontfeed
Veja tamvém: The Jazzy Blue Notes

Face.Face.Face.

«Face.» é um dos estúdios que considero referência em design gráfico e editorial.

O estúdio chega a resultados singulares ao dar aos projetos comerciais alguns toques experimentais, principalmente pelo excelente uso da fotografia e tipografia(veja abaixo algumas imagens).

radiohead

Para conhecer mais, acesse o site do estúdio: face-face-face.com.

Toko.Concept.Design

Conheça os trabalhos da Toko, agência criada na Holanda por Eva Dijkstra e Michael Lugmayr, e desde 2008 com base na Austrália.

Clique aqui para acessar o site.

Toko

Toko

MASH

A agência australiana MASH está com novos trabalhos em seu portfólio online, como o trabalho para a EVO(veja abaixo).

Para ver este ou outros trabalhos, acesse: mashdesign.com.au

evo

Deyan Sudjic - Design Museum London

Algum tempo atrás postei aqui uma dica(clique aqui para ler) do livro «A linguagem das coisas», escrito por Deyan Sudjic, diretor do Museu do design, em Londres.

Ainda sobre o tema do livro, que trata principalmente da relação do consumo com o design, esta entrevista do programa Milênio no Globo.com ajuda ainda mais a esclarecer as idéias de Sudjic.

Fonte: Milênio - Globo.com

Anti Design Festival - Neville Brody

anti design festival

O designer gráfico britânico Neville Brody é o responsável pelo «Anti Design Festival», que acontecerá entre os dias 18 e 26 de setembro. O festival(que conta ainda com um manifesto), foi uma forma que Brody encontrou para criticar o «London Design Festival», pelos excessivos trabalhos comerciais.

Para aqueles que se interessarem, será possível também participar do evento enviando projetos que se adequem ao tema.

Leia abaixo o texto introdutório do Anti Design Festival(em inglês):
«London’s most anticipated art and design event will launch in September 2010. As a response to 25 years of cultural deep freeze in the UK, the Anti Design Festival will attempt to unlock creative fires and ideas, exploring spaces hitherto deemed out-of-bounds by a purely commercial criteria.»

Como já disse o próprio Neville Brody em outros festivais: “make trouble”.

Mais informações, acesse: antidesignfestival.com

O trabalho de Axel Peemöller

Axel Peemöller é um designer alemão que fez cursos em Düsseldorf e Hamburgo (Alemanha), além de Melbourne (Austrália), que possui um portfolio muito interessante, com muito uso da tipografia e experimentalismo nos diversos trabalhos que realiza.

Veja alguns dos trabalhos abaixo, ou acesse seu portfolio no endereço: http://www.axelpeemoeller.com.

Evolução da marca: Braun

Evolução do logotipo da Braun, companhia fundada em 1921 em Frankfurt, Alemanha, famosa pelo design modernista de seus produtos e por Dieter Rams, designer da empresa por muitos anos. Infelizmente a marca deixou de vender seus produtos no Brasil.

Vale reparar que a evolução do logotipo seguiu sempre a linha inicial, melhorando sutilmente as formas com o objetivo de simplificar cada vez mais.

Primeiro logo da empresa, desenhado por Will Münch em 1934.

Versão invertida da primeira marca, que foi inspiração para a marca atual, veja mais abaixo.

Em 1952 Wolfgang Schmittel transforma a marca mais uma vez, versão criada utilizando grids, mantendo proporções e equilibrio. Foi com esse logotipo que a marca conquistou seu maior reconhecimento mundial.

Versão mais recente da marca, uma modernização do trabalho de Wolfgang Schmittel.

Fonte: LogoDesignLove
Mais informações: Braun 50 anos e Dieter Rams, 10 princípios

Paris Fashion Week Show Invitations

O site da revista Wallpaper* traz alguns dos convites enviados pelos grandes nomes da moda para divulgar suas coleções masculinas no Paris Fashion Week 2011. Veja abaixo alguns deles ou acesse o site da revista para ver o restante.

Neil Barrett

Margaret Howell

Junya Watanabe Comme des Garçons
Comme des Garçons

Design & Tipografia: Britta Siegmund

EiGEN/ARTIG é um belo trabalho tipográfico de Britta Siegmund(Alemanha). Para conhecer mais, acesse seu site ou portfólio no Behance.

Idealismo

É com uma frase de Josef Müller Brockmann(leia abaixo) sobre o uso dos grids no design, que este estúdio de design gráfico suíço se define.

“The grid system is an aid, not a guarantee. It permits a number of possible uses and each designer can look for a solution appropriate to his personal style. But one must learn how to use the grid; it is an art that requires practice.” - Josef Müller Brockmann

Nos trabalhos, referências claras ao modernismo, veja dois exemplos:

Saiba mais em: Idealismo
Via: AisleOne

Design Gráfico - A escola Suíça

O site português Tipografos.net tem um material bem completo sobre a escola suíça(1950-1980), que influenciou(e continua influenciando) designers em todo o mundo.

Além de um texto sobre o movimento, traz ainda matérias sobre designers e tipografos como Adrian Frutiger, Hans Eduard Meier, Max Bill, Josef Müller-Brockmann, Max Miedinger, entre outros.

Para acessar, clique aqui.

Nike Futebol

Está «no ar» o Nike Futebol, novo projeto que produzi(criação/direção) na Think4 para a Nike.

Veja algumas imagens no portfólio ou clique aqui para ver o projeto.

Livro - A linguagem das coisas

Deyan Sudjic é diretor do Design Museum London e autor do ótimo livro que lí e indico aqui, chamado «A linguagem das coisas»(em português, editora «Intrínseca»), que trata da linguagem do design, dos arquétipos, além de sua relação com áreas como a Moda, a arte e o luxo. Com base nesses temas, Sudjic faz uma ótima crítica comparando o que o design foi e principalmente, o que se tornou.

Sudjic fala do consumismo exacerbado, do excesso de produtos que são cada vez menos úteis porém cada vez mais consumidos, da falta de qualidade e durabilidade dos materiais(usando inclusive a Apple como exemplo) e ainda, do uso indiscriminado do termo « design» apenas para colocar uma capa atraente sobre um produto ruim.

Leia abaixo alguns trechos do livro:

«Os bens que possuímos também nunca foram tão grandes. Incharam para combinar com a epidemia de obesidade que assola a maioria das culturas ocidentais. Em parte, isso decorre do fenômeno conhecido como maturidade do produto. Quando todo mundo que for comprar um televisor já tiver feito isso, só resta aos fabricantes convencer os proprietários a substituir seus aparelhos antigos inventando uma categoria nova.»

«O uso exagerado da palavra designer a esvaziou de significados, ou a transformou em sinônimo de cínico e manipulador.»

«…Starck, que já foi o designer mais badalado do mundo, que construiu uma carreira baseada tanto na força de sua personalidade quanto nas dos objetos que desenha, não mudou. Continua trabalhando com a mesma fórmula, com base numa paleta decorativa bem-elaborada, em saltos de escala surrealistas, numa estilização antropomórfica engraçadinha e no hábito enjoativo de tentar grudar nomes absurdamente impronunciáveis aos objetos do dia a dia. (…)Mas, aos cinquenta e poucos anos, Starck ainda tem a personalidade de um garoto, procurando constantemente divertir os adultos com suas travessuras ousadas, e ainda dando uma olhadinha para ver se eles aprovam.»


Saiba mais sobre o livro no site da editora: intrinseca.com.br

Exposição de Cartazes Russos

Depois de organizar exposições das artes gráficas polonesa, suíça, japonesa, francesa e algumas brasileiras, o Instituto Tomie Ohtake traz mais uma vertente do Leste Europeu, os cartazes russos representados pelo Ostengruppe. Fundado em 2002 pelos designers Igor Gurovich (Riga, 1967), Anna Naumova (Moscou, 1973) e Eric Beloussov (Dushanbe, 1964), recentemente contando também com Natasha Agapova (Zhukovskyi, 1985), o grupo vivenciou a passagem do regime comunista para um mundo de muitos contrastes sociais e variadas influências culturais, a era da interculturalidade.

Segundo a curadora da exposição Ruth Klotzel, os cerca de 80 cartazes reunidos destacam uma linguagem particular, com forte influência do construtivismo russo em alguns casos, mas com uma técnica bastante despojada, frequentemente com visíveis traços de produção manual, sem que, com isso, seja afetada a precisão conceitual.

“Dedicando-se principalmente a trabalhos na área cultural, o Ostengruppe, muitas vezes, é obrigado a trabalhar em condições precárias e com recursos reduzidos, mas o resultado é sempre impactante e eclético”, comenta a curadora. Além da inspiração na história - construtivismo russo e futurismo -, a produção do grupo revela influências de outros lugares e momentos, passando pelo cartaz polonês, a utilização de recursos mínimos do design japonês, o design suíço, o pop americano, entre outros.

Para a curadora, todos esses ingredientes misturados formam uma identidade muito peculiar, diversificada, contemporânea, carregada de imagens e valores universais. “Ostengruppe deixa de lado o virtuosismo técnico para comentar de forma bem humorada a essência do que interessa: eles nos mostram como é possível ter qualidade sem pompa, com muita inteligência e uma boa pitada de repertório”, completa.

Os 3 designers fundadores do grupo são membros da Academia Russa de Design Gráfico. Seus mais recentes projetos incluem o redesenho da identidade do 29th Moscow International Film Festival (2007); da Moscow Biennale of Contemporary Art (2005 e2007); programação visual da“Golden Bee” 7th Moscow International Biennale of Graphic Design (2006); a produção de mais de 200 posters para o centro cultural DOM, desde 2002.

Exposição
20 maio a 20 junho 2010
Terça a domingo, das 11 às 20 horas Entrada gratuita

Acão Educativa
Agendamento das 9 às 18 horas de visitas orientadas com atividades educativas para grupos previamente marcados.Cursos de pintura, escultura, desenho, vídeo, teoria da arte, música, literatura, filosofia, e curso para professores da rede pública e privada sobre ensino da arte. Telefone 11 2245 1937.

Instituto Tomie Ohtake
Avenida Faria Lima 201 / entrada pela Rua Coropés, Pinheiros - São Paulo
Telefone: 11 2245-1900
Aberto de terça a domingo das 11 às 20 horas

Fonte: Programação do Instituto Tomie Ohtake

Dezeen & Vitsoe = Dieter Rams

A revista online Dezeen lançou um concurso para premiar seus leitores, com 5 pôsters autografados pelo designer Dieter Rams aos vencedores.

O projeto é em parceria com ótima loja Vitsoe, e o poster reúne os 10 princípios para um bom design, escrito por Rams.

Para participar e concorrer, acesse o site do dezeen e siga as instruções.

Estilo Internacional

Trecho do ótimo texto sobre o «Estilo Internacional», escrito pelo blog Sobre Design. O movimento é referência para quem trabalha ou não na área, e também para aqueles que consideram o design apenas um “enfeite” ou “firula”.
Para ler o post completo, clique aqui.


Projeto de Josef Muller Brockmann

Estilo internacional

A padronização da forma visual através de informações simples, concretas e racionais, eliminando qualquer tipo de interferência visual, com o objetivo de ser compreendida universalmente, eram as características do movimento artístico modernista denominado Estilo Internacional. Surgido na Suíça, teve sua maior produção entre 1950 e 1970, foi uma vertente do Funcionalismo que, por sua vez, propunha como forma de expressão o princípio de que “a forma segue a função” e que qualquer ornamento era, portanto, considerado inútil.

Em 1950, influenciados pelos princípios funcionalistas da Bauhaus e pela nova tipografia de Jan Tschichold (um dos primeiros designers a abolir a serifa dos tipos), os estudantes das escolas suíças da Basiléia e Zurique, sob a orientação dos diretores Armin Hofmann, Emil Ruder (Basiléia) e Joseph Muller-Brockmann (Zurique), fizeram experimentos que resultaram em algumas famílias tipográficas, e que são frequentemente utilizadas até os dias de hoje.

As características desse movimento incluíram uma mudança na arquitetura, que começou a projetar edifícios visando a funcionalidade e eliminando toda a ornamentação característica das antigas construções, e tendo como principal nome o arquiteto de origem suíça Le Corbusier. No design aplicou-se a máxima clareza, layouts estruturados, nitidez, minimalismo, fotografias objetivas, funcionalidade, levando-se em consideração as necessidades do homem e a compreensão da mensagem.

Grandes corporações adotaram o novo design funcional em seus produtos e na identidade visual de suas empresas. Tudo o que fosse desnecessário ao funcionamento do produto era eliminado. Linhas simples, durabilidade, equilíbrio e unificação eram as exigências fundamentais. Os produtos da Braun, por exemplo,eram semelhantes, em geral com acabamento em branco ou preto lustroso, com o logotipo da companhia bem visível. Em plena era industrial a racionalidade e funcionalidade desses produtos propagou o design do Estilo Internacional mundialmente.

Para ler o post completo, clique aqui.






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