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David Lynch na Wallpaper*

O diretor surrealista David Lynch(de Veludo Azul, Império dos Sonhos, Twin Peaks, O Homem elefante, entre outros) será um dos editores de uma edição especial da revista Wallpaper*, que será lançada em outubro.

Veja a capa da edição
david lynch wallpaper cover

Para saber mais, acesse o site da revista.

Esao Andrews

Conheça os trabalhos do pintor americano Esao Andrews, como a pintura(veja abaixo), «Untitled (Thinker)» .

Via: Booooooom!

A genialidade do design de Charles + Ray Eames

Video do TED - Ideas Worth Spreading - sobre os trabalhos de Charles + Ray Eames.

“Eventually everything connects – people, ideas, objects, etc.,… the quality of the connections is the key to quality per se.”
- Charles Eames

Legendas disponíveis em português assista abaixo.

Guidelines

O designer holandês Frederik Roijé foi quem projetou este rack de parede para revistas(ou revisteiro), intitulado «Guidelines», disponível em diversas opções de cores.

Mais informações, acesse o site do designer: www.roije.com.

rack para revistas

rack revistas revisteiro

Via: Minimalissimo

i-D

logo revista i-D

A revista i-D, que completa 30 anos de existência, lançou uma página em seu site para explicar seu famoso logo/pictograma(um rosto sorrindo e piscando), uma idéia comum hoje graças à internet, porém revolucionária e inovadora para os anos 80, quando este foi criado já para as primeiras edições da revista. Para reforçar ainda mais a idéia, todos os modelos e famosos que ilustraram as capas da revista, tinham um dos olhos piscando ou cobertos.

Veja abaixo 5 dessas capas, ou clique aqui para ver todas.

1984 - Madonna
Madonna

1987 - Isabella Rossellini
Isabelli Rossellini

1994 - Suede
Suede i-D magazine

1998 - Kirsten Owen
Kirsten Owen

2000 - Bjork
Bjork

Sobre o abandono de cães

Vídeo de conscientização do «Clube dos vira-latas» sobre o abandono de cães, feito utilizando imagens do próprio abrigo do clube.

Para mais informações, formas de ajudar ou participar, acesse a página do clube no facebook.

Cinema - Festival de Veneza

Matéria da Folha de São Paulo sobre o festival de Veneza, quem tem início hoje, 1 de setembro.

Veja também o trailler de «Black Swan», de Darren Aronofsky, um dos filmes que será apresentado no festival.

Festival de Veneza abre espaço para novos nomes
ANA PAULA SOUSA - ENVIADA ESPECIAL A VENEZA

Oscilando entre o sol claro e a brisa fria, Veneza abre hoje a 67ª edição da Mostra Internacional de Cinema.

Também temperado promete ser o clima nos Palazzos Del Cinema e Del Casinò, onde se dará, até o próximo dia 11, a projeção de 83 longas-metragens.

A exemplo do que aconteceu na última edição do Festival de Cannes, em maio, Veneza estenderá seu tapete, sobretudo, para figuras novas ou levemente marginais do cinema. São poucos os grandes nomes. São muitos os estilos e nacionalidades.

Só as próximas edições desses grandes eventos dirão se esses recortes são só coincidência ou se as grifes mais rentáveis simplesmente deixaram de ver os festivais como uma plataforma importante de lançamento nesta era digital.

A noite mais estrelada será a de hoje, quando o cineasta Darren Aronofsky, ganhador do Leão de Ouro em 2008, com “O Lutador”, apresentará “Black Swan” (Cisne Negro) e fará desfilar, às margens do mar Adriático, os atores Natalie Portman e Vincent Cassel.

Ao lado de Aronofsky, outros 21 cineastas competem pelo Leão de Ouro, a ser concedido pelo júri presidido por Quentin Tarantino.

Há, na lista, nomes significativos da produção que se situa no meio percurso entre o gigantismo de Hollywood e o cinema tipicamente autoral, de penosa visibilidade.

Entre os concorrentes estão os norte-americanos Sofia Coppola, Julian Schnabel e Vicent Gallo, os franceses François Ozon e Abdellatif Kechiche e o alemão Tom Tykwer.

Os brasileiros ficaram de fora da competição. Mas Andrucha Waddington, de “Eu, Tu, Eles” exibirá seu longa “Lope”, coprodução entre Brasil e Espanha.

O filme está programado para sexta-feira, dia 10, na sessão Horizonte, que traz também os novos trabalhos de Marco Bellocchio, John Turturro e um documentário de Martin Scorsese sobre o cineasta Elia Kazan.

fonte: Folha online

Eric White

Pinturas de Eric White, artista do Brooklyn, Nova Iorque.

Via: Booooooom!

Divulgue seu portfólio no Café Cult

Para aqueles que trabalham com design, moda, ilustração, tipografia, fotografia ou áreas relacionadas, aproveite nosso espaço no Facebook para divulgar projetos ou portfólios.

Para isto, basta acessar nossa página no Facebook(clicando aqui), tornar-se um membro do grupo Café Cult e enviar links, imagens ou vídeos.

Tipografia animada: Moshun

Moshun é uma tipografia animada do estúdio holandês «Calango».
Assista abaixo.

Via Kitsune Noir

M/MINK by M/M Paris

O estúdio de design francês «M/M Paris» está lançando em parceria com a «Byredo Parfums», o perfume «M/MINK».

Para quem não conhece, o M/M Paris é um estúdio de design e arte criado por Michaël Amzalag e Mathias Augustyniak, que já teve alguns de seus trabalhos expostos nos museu Guggenheim e no Drawning Center em Nova Iorque, além do Centre Pompidou em Paris, Victoria & Albert Museum, em London, Palais de Tokyo, entre outros.

Para mais informações, no site do estúdio pode-se fazer o download de um arquivo .pdf sobre o lançamento.

mmparis

Veja o que já foi publicado aqui sobre o estúdio M/M Paris:
- Entrevista com Michaël Amzalag e Mathias Augustyniak, criadores do estúdio.
- Catálogo/portfólio 2010 do estúdio.
- Fashion Week Invitations by M/M Paris.

Fabio Ongarato Design

Fabio Ongarato Design é um estúdio australiano que produz trabalhos de identidade visual, livros, impressos e outras publicações, além de internet e sinalização de interiores.

O estilo modernista dos trabalhos e o uso preciso da tipografia é a principal característica nos projetos do estúdio, vaje abaixo algumas imagens.

fabioongaratodesign.com.au

Modern Publicity

Conheça a agência londrina «Modern Publicity», criada por Ken Leung, diretor de arte da revista Monocle, de Tyler Brûlé.

Veja algumas imagens do projeto feito para a Monocle, ou clique aqui para acessar o site da agência.

Monocle magazine

Monocle revista

Fonte: Visual Journal

Le scaphandre et le papillon

«O escafandro e a borboleta(Le scaphandre et le papillon)» é um ótimo livro[também adaptado em um premiado filme(veja trailler abaixo)] escrito pelo jornalista Jean-Dominique Bauby, que era redator chefe da revista Elle francesa, quando aos 43 anos foi vítima de um avc(acidente vascular cerebral).

Como consequência, Bauby desenvolveu uma rara síndrome conhecida como «locked-in», uma paralisia completa do corpo que permitia que ele apenas movimentasse o olho esquerdo. E foi com este mesmo olho que o jornalista pôde «escrever» a história que resultou neste livro, comunicando-se com as médicas e enfermeiras piscando o olho a quantidade de vezes necessária para chegar às letras de um alfabeto adaptado e com isso fugir um pouco de seu «escafandro».

Leia abaixo um trecho do livro:

«O escafandro torna-se menos opressivo e o espírito pode vagabundear. como uma borboleta. Há tanta coisa a fazer. É possível elevar-me no espaço ou no tempo, partir a voar para a Terra do Fogo ou para a corte do rei Midas. É possível ir visitar a mulher amada, deslizar junto dela e acariciar o seu rosto, ainda adormecido. É possível construir castelos no ar, conquistar o Tosão de Ouro, descobrir a Atlântida, realizar os sonhos de criança e os sonhos de adulto.»

«less is more»

«Less is more», termo que ficou conhecido durante e após o movimento modernista, exaltando o minimalismo, foi pela primeira vez aplicada e relacionada ao design e arquitetura por Ludwig Mies van der Rohe, arquiteto alemão que foi um dos criadores e também o último diretor da Bauhaus.

Mies van der Rohe ficou famoso por ter criado, entre outras coisas, a poltrona Barcelona e também por ter desenhado o pavilhão alemão na Exposição de Barcelona em 1929. Junto com Walter Gropius, Le Corbusier e Marcel Breuer, foi considerado um dos percursores da arquitetura modernista.

Produziu mobiliários somente entre os anos 1927 e 1932, porém colocou em prática os conceitos da Bauhaus e produziu peças que são referências até hoje. Vale prestar atenção aos detalhes de seus projetos, como a curvatura do aço na estrutura da poltrona Barcelona ou da cadeira MR245.

Para conhecer mais, leia também o texto do Deutsche Welle, intitulado «Mies van der Rohe: o solitário caçador da verdade». O site tipógrafos.net, também traz um ótimo texto sobre o arquiteto.

Mies van der Rohe

esboço Mies van de Rohe

cadeira barcelona

Touradas

Texto de Ferreira Gullar sobre o primeiro e único dia em que assistiu uma tourada em La Monumental, a praça de touros de Barcelona. Leia abaixo.

Eu fui às touradas em Barcelona
Ferreira Gullar

O PARLAMENTO da Catalunha aprovou lei proibindo as touradas na região, mais precisamente em La Monumental, a praça de touros de Barcelona, onde, pela primeira e única vez, assisti a uma tourada. Até então, de touradas, só sabia o que vi no filme “Sangue e Areia” (1941), com Tyrone Power, que assistira, ainda menino, com meu pai, no cinema Olímpia, em São Luís. Nele, as touradas eram apenas parte de uma história romântica. Mais tarde conheceria algumas gravuras de Picasso que, em vez do romantismo do filme, mostrava o que há de brutal nas corridas de touros.

Assim que, tourada de verdade, só vi mesmo em Barcelona, em companhia do poeta João Cabral, que era então cônsul do Brasil na Espanha. Convidou-me para almoçar naquele domingo e, em seguida, irmos assistir a uma tourada.

Aceitei o convite com muito interesse, na expectativa de viver uma experiência única, já que, por iniciativa própria, eu jamais entraria em uma “plaza de toros”. Fomos. Mal me sentei na arquibancada, fui tomado por uma espécie de euforia, diante daquela arena ainda vazia onde haveria de desenrolar-se um espetáculo de vida e morte. Enquanto isso, João Cabral me informava acerca das touradas, contando-me que o touro era mantido por dois dias num cubículo escuro sob as arquibancadas, donde seria trazido, ao começar a tourada, para a arena.

Foi então que homens montados a cavalo entraram, sob o soar de clarins, um “frisson” percorreu aquela massa de espectadores e eis que de um dos portões sai um touro negro aos galopes. Invade a arena mas logo se detém, como que surpreso diante daquela situação inusitada. Não estava entendendo nada: “que faço aqui, diante de tanta gente?” -terá ele se perguntado, sem imaginar que, de fato, havia sido posto ali para morrer.

Como hipnotizado, eu o seguia com os olhos, temendo pelo que haveria de ocorrer. Os homens montados nos cavalos correm agora em direção ao touro que se mantém parado, indeciso, perplexo talvez. Tenta afastar-se mas é cercado e decide reagir: acomete sobre um dos cavaleiros, que o atinge com uma bandarilha, no dorso, à altura do cangote. Ele, enfurecido, volta-se contra o agressor mas é atingido por outra bandarilha, lançada pelo outro cavaleiro. O sangue desce-lhe das feridas. Assisto àquilo, chocado, com pena do animal.

Não me lembro se, àquela altura, o toureiro já estava presente na arena. De qualquer modo, vejo-o agora aproximar-se do touro e desafiá-lo.
Provoca-o, agitando a capa vermelha, onde traz escondida uma espada.

“O animal, sangrando muito, encara-o e parece hesitar, se avança sobre ele ou não. Talvez não saiba direito quem o feriu, bem pode ter sido aquele sujeito que parece bailar a sua frente. Está furioso, atordoado e certamente não entende por que o agridem daquela maneira, se nenhum mal lhes fez.”

Detém-se e o encara. Menos cauteloso, agora, ataca-o, tentando atingi-lo com os chifres, mas vê que se enganou, investiu contra a capa com que se protege e o engana. “Hijo de puta!” Deveria balbuciar, se falasse espanhol e touro não fosse, mas gente. Igual àquela gente que se diverte com seu desespero.

Recua estrategicamente e tenta atingir o toureiro, numa investida fulminante e vã: sente uma dor funda, a vista se lhe turva, perde forças e cai sobre as patas dianteiras, soltando golfadas de sangue. O último golpe de espada atingiu-lhe o coração. Estrebucha, estica as pernas e morre, diante da multidão que aplaude entusiasticamente o toureiro. Este, sorridente, saca de uma faca, aproxima-se do touro morto, corta-lhe uma das orelhas e a exibe, vitorioso, para o público, que então delira. Indignado, resmungo: “Coisa bárbara!”.

João Cabral, surpreso com minha reação, defende a tourada, que seria a vitória da inteligência sobre a força bruta. “Nada disso”, respondo. “É a vitória da covardia e do sadismo sobre um animal indefeso”.

A esta altura, estamos de novo em sua sala. João me acha demasiado ingênuo para compreender a significação das touradas. Sirvo-me de vinho, e ele, usando a toalha da mesa como uma capa de toureiro, movimenta-se na sala, a desafiar a fúria de um touro imaginário. Era o poeta acostumado a tourear palavras.

fonte: odeiorodeio.com

The International Office

Alguns ótimos trabalhos da agência modernista «The International Office» da Nova Zelândia, que usa muito a tipografia suíça como base para seus projetos.

Para conhecer mais, acesse o site the-international-office.com.

Novo projeto visual: Ofuxico.com.br

O novo projeto visual do portal OFuxico Terra que fiz pela Think4 já está online.

O portal que completa 10 anos, agora tem o conteúdo muito mais organizado e leve, já que a criação foi totalmente baseada em grids(clique aqui para ver esta estrutura e imagens do projeto).

A tipografia escolhida foram as fontes «Rotis Sans», de criação do designer alemão Otl Aicher, para todos os títulos e destaques, além da «Helvética» do designer suíço Max Miedinger para o conteúdo(texto) e Geórgia para os subtítulos internos de matérias.

Estruturalmente novas ferramentas interativas para visualização de matérias também estão presentes, otimizando os espaços disponíveis com conteúdos relevantes.

Para acessar o novo portal, por favor clique aqui.
Para saber mais sobre este e outros projetos, conheça meu portfólio.

Radio, live transmission…

Sex Pistols

Tangos, trilhas sonoras e muito rock and roll. Músicos como David Bowie, Beck, Joy Division, Edith Piaf, Angelo Badalamenti, Carlos Gardel, Smiths, The Cure, Sex Pistols e até mesmo David Lynch, tudo em nossa «rádio».

Para ouvir, basta clicar no player no menu lateral inferior do blog.
Sugestões de músicas e artistas, comente aqui ou em nosso facebook.

Curta - Buildings & Vampires

Buildings & Vampires é um curta-metragem tributo dos diretores Sebastian Baptista & Nico Casavecchia para o belo filme «Onde vivem os monstros(Where The Wild Things Are)», do diretor Spike Jonze.

A história é baseada em um triste sonho sobre vampiros que o personagem principal conta para sua mãe, logo no início do filme.

Assista:

Via: Kitsune Noir






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